Me aproximei sem fazer barulho, queria fazer surpresa. Você estava distraído trabalhando, de costas para a porta. Cobri seus olhos com milhas mãos, me aproximei de seu ouvido, e sussurrando pedi que adivinhasse quem era.

Fui puxada pelas mãos assim que você se virou, ainda sentado na cadeira, e você me beijou. Beijo quente, carregado de desejo e volúpia, refletindo o efeito das nossas conversas durante o dia todo.

Já fui preparada, de vestido soltinho e sem calcinha. Me ajeitei em seu colo, uma perna de cada lado da cadeira. Assim que sentei pude sentir o volume do seu pau apertado na sua calça. Fiquei mais excitada ainda, sentia minha buceta latejando de tesão.

Você afundou a cara no meu decote, lambendo desde o meu pescoço até a fronteira onde ficava minha pele e o tecido do vestido. Segurava firme meus seios, forçando-os a pular para fora do decote. Prontamente você começou a sugá-los, um de cada vez, passando os dentes levemente nos bicos, me fazendo gemer baixinho no seu ouvido.

Aproveitou e com uma das mãos apertou forte minha bunda. Eu queria te sentir. Passou de leve um dedo pelo meu clitóris, o acariciou um pouco, então desceu um pouco mais e devagar introduziu seu dedo em mim. Sentindo como eu estava molhada, brincou um pouco, me fazendo gemer mais ainda. Tirou o dedo e lambeu. Me provou como quem degusta um vinho. Isso meu deixou louca e eu quase implorei para que você metesse novamente seu dedo em mim.

Maldoso, você logo me penetrou com dois dedos de uma vez só, colocando e tirando lentamente depois. Às vezes tirava e ficava esfregando meu clitóris. Eu estava enloquecendo, e você mantendo esse ritual, me fazendo rebolar no seu colo, me controlando para não gemer alto demais. Seu escritório estava vazio, mas ainda era local de trabalho e alguém poderia ainda estar no prédio.

Sentindo seus lábios e sua língua nos meus seios, e seus dedos em minha buceta, era uma sensação maravilhosa. Continuei rebolando no seu colo, te apertando e tentando te trazer o máximo possível pra perto de mim. Senti que ia gozar e pedi para você não parar, e você aumentou o ritmo dos toques. Te abracei e gozei gostoso nos seus dedos, gemendo no seu ouvido. Você lambeu os dedos pra aproveitar o que pudesse de mim. Me arrumei e você fechou o que estava fazendo quando eu cheguei, e eu prometi que a sua recompensa seria paga quando chegássemos em casa.

Fomos embora, mas na saída demos de cara com sua chefe, que havia esquecido algo na sala. Tivemos sorte, foi por pouco.

 

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Written by Doce Veneno
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