Contos do Leitor: "A Carioca"

Contos do Leitor #18 – A Carioca

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Olá, minhas delícias! Finalmente retornando ao blog, trazendo um conto delicioso que recebi ontem, de um lindo que prefere ficar anônimo. Espero que vocês curtam tanto quanto eu.

Sigam o exemplo dele e dos outros lindos que já saíram aqui, enviem seus contos para serem publicados aqui. É só enviar por email para contato@meudoceveneno.com.br ou através aqui do blog mesmo, na página de contato.

Enjoy, delícias!

Contos do Leitor: A Carioca

O Rio de Janeiro continuava lindo, mas lindo mesmo era aquele vestido que Vanessa usava. Não era decotado, não era curto, mas era justo, bem justo… Eu acredito que Deus é justo, mas aquele vestido era mais justo.

Encontrei-a no metrô, provavelmente estava saindo de alguma reunião, pois estava arrumada, maquiada, não tão forte, mas uma maquiagem um pouco mais executiva, cabelos presos em um coque, e perfume que atiçava o meu tesão. Sim, eu sou muito ligado a cheiro, e mulher cheirosa me dá tesão. Eu não estava arrumado, estava simples, tênis, calça jeans, camiseta branca e mochila, estava indo visitar um cliente em Niterói. Eu ficava encarando Vanessa com um olhar de desejo, principalmente depois que ela passou por mim e deixou aquele cheiro por onde passava, inebriando meus sentidos, me deixando com vontade, com tesão apenas com seu cheiro. Se eu me lembro bem, seu perfume era o Hypnotic Poison, da Dior.

Vanessa percebeu que eu ficava olhando-a, e ela provocava. Passava as mãos pelo seu pescoço, tocava sua face, mordia os lábios, e em uma oportunidade, encontrou um lugar vago, bem de frente pra mim. Sentou e cruzou suas pernas, não sem antes deixar sua calcinha à mostra. Era de renda, branca, provocante e sedutora. Um lugar ao seu lado ficou vago e antes de qualquer coisa, sentei-me. Pude sentir o seu cheiro mais de perto. Meu caralho começou a ficar duro dentro de minha cueca, e por mais apertada que minha calça fosse, foi marcando, e seus olhos me fitando, não bem a mim, mas sim a minha linha de cintura. A provocação mal tinha começado, e eu já morrendo de tesão e alisando o meu pau, ainda por cima da calça.

Em um momento desesperado, falei em seu ouvido que iria fode-la. Ela ficou pasma, assustada, mas com tesão, pois suas pernas não paravam de mexer, sua respiração estava ofegante, seus batimentos cardíacos alterados. Na próxima estação, resolvi descer, e puxei-a pelas mãos, ela como uma cadelinha veio atrás. Mal sabia ela que seria a minha cadelinha naquele fim de tarde. Pegamos um taxi o mais rápido possível, e fomos para meu apartamento. Ficava um pouco longe, o que nos deu tempo de explorar aquele tesão, dentro do taxi mesmo. Suas mãos inquietas pegando em meu pau, sussurrando baixinho em meu ouvido que queria senti-lo dentro dela a todo custo, e eu me segurando para não rasgar aquela calcinha ali mesmo e enfiar com toda força o meu caralho dentro daquela boceta molhada, quente e apertada.

Chegamos, e dentro do elevador mesmo segurei em seus cabelos e lhe dei um beijo em sua boca, invadindo-a com minha língua, voraz, dura, gulosa, querendo tudo. Parei o beijo e lhe dei um tapa na cara, mostrando que quem mandava era eu, e voltei a lhe beijar. Nisso, ela não raciocinava mais, não sabia mais diferenciar o certo do errado, o que era pecado ou não, se bem que isso pouco importava para ela, pois era uma verdadeira piranha, uma puta, e naquela tarde, ela era a minha puta, a minha piranha, a minha CADELINHA. Entrando em meu apartamento, sentei-a no sofá e tirei meu pau, duro como rocha de dentro da calça, segurando-a pelos cabelos, enfiei o cacete todo dentro de sua boca, fazendo ela engasgar um pouco, mas deixando o meu pau todo melado. Ela chupava, se deliciava e me embriagava de tesão. Aquela boca chupando rápido o meu pau, engolindo-o por inteiro e depois sugando só a cabeça, sugando aquele néctar que saía dele, como se fosse uma criança tomando refrigerante de canudinho, mas no caso, o canudo era o meu pau, grosso, grande e cheio de veias. Antes de gozar, levantei-a e ainda segurando pelo cabelo, coloquei meu cinto envolto ao seu pescoço, e a fiz ficar de 4, deixando ela como a minha verdadeira cadelinha. Ahhh Vanessa, como tens um rabo bonito, branquinho, que logo ficou marcado com minha mão, marcado com 5 dedos.

Contos do Leitor: "A Carioca"

Contos do Leitor: “A Carioca”

A conduzi até meu quarto e mandei tirar o vestido, deixando aquele corpo de mulher carioca a mercê de minhas vontades. Vestindo apenas aquela calcinha branca, que a pouco me mostrara no metrô, ela se deita na cama e em um movimento rápido, algemo suas mãos. Passo uma venda em seus olhos e sussurro ao pé do seu ouvido “Hoje você será a minha escrava, e você vai ficar quietinha, senão vai sofrer as consequências” e lhe dou um outro tapa na cara, que é retribuído com um gemido seguido de um sorriso safado em sua boca. Aperto seus seios, beliscando seus mamilos, fazendo-a gemer e pedir mais, minhas mãos vão passeando pelo seu corpo chegando até sua calcinha, que está ensopada pelo seu mel. Sem dó, eu rasgo-a, retirando e enfiando um dedo em sua boceta melada, enfio o segundo e ouço um gemido

– Ta gostando, cadela?

Vejo um sim com a cabeça. Enfio os dedos em sua boca para ela sentir o gosto de seu mel e lhe dou um beijo. Começo a descer minha boca pelo seu pescoço, indo até os seios e dou leves mordiscadas, deixando-a com mais tesão. Desço a boca até sua barriga, indo até sua virilha e enfio minha língua naquela boceta, sugando todo o mel para minha boca, melando minha barba, minha boca, meu nariz, me deixando com mais vontade, enfio um dedo enquanto chupo seu grelo e ouço seus gemidos, que ficam cada vez mais altos. Enfio o segundo dedo, ela geme um pouco mais alto, tiro os dedos de sua boceta e enfio em seu cu, sinto que ela resiste, com a outra mão, dou um tapa em um de seus seios e mando ela deixar eu colocar um dedo em seu cu, ela libera a passagem e o dedo entra, não só um, mas os dois, ela me xinga, eu bato novamente em seu seio e chamo-a de puta, ela não resiste mais, sinto seu cu mordendo meus dedos, volto a chupar sua boceta, seu grelo, seus quadris arqueiam-se, e ela goza, geme, uiva, urra com meus dois dedos em seu cu e minha língua em sua boceta. Sinto seu mel escorrer, derramar para dentro de minha boca, tiro os dedos e levo até sua boca e com os dedos lá ainda, lhe beijo, sentindo o gosto daquele cu tesudo, e passando o gosto de sua boceta pela minha boca. Mando ela lamber minha barba, minha cadelinha prontamente lambe, porque ela sabe que eu mando.

Tiro as algemas e coloco-a de 4, com os ombros apoiados na cama e o cinto ainda envolto ao seu pescoço, deixo aquela bunda empinada, com o cu e a boceta abertos pra mim, termino de tirar minha calça e cueca e com o pau duro como rocha, enfio de uma vez em sua boceta, com uma mão segurando o cinto e a outra em sua cintura. Não demora muito e enfio o polegar em seu cu. Fodendo-a forte, estocando com força, socando meu caralho fundo mando a minha puta gemer, gritar, pedir mais rola, para todos os meus vizinhos saberem que ali estava acontecendo uma foda gostosa, com uma cadela safada que queria o meu caralho grosso fodendo ela com força. E estava.

Aquela boceta apertada estava me dando muito tesão e me segurando pra não gozar, tirei e enfiei em seu cu, ela gritou de dor, mas não só de dor, de tesão também. Tesão por sentir seu cu sendo aberto pelo meu caralho, e dor por sentir suas pregas indo embora. E então gozei, enchi seu cu de porra, com a minha porra. Ao sentir minha porra quente sendo jorrada em seu cu, ela gozou, não só uma vez, mas duas, três, orgasmos múltiplos, ela gozou, e gostou. Seu corpo abaixou, meu pau saiu de dentro dela e minha porra começou a escorrer, eu lambi, limpei tudo, e a beijei, com a minha boca cheia de porra passei para a dela, e ela engoliu. A minha cadela tomou todo o meu leitinho passado da minha boca pra dela, aquele leitinho com gosto de cu, cu de cadelinha, cu de puta.

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